Compare Cartões

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Quanto cada cartão deixa no seu bolso por ano, já descontados anuidade, IOF e spread.

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Atalhos

Os atalhos só ajustam filtros e ordem. O seu perfil não muda.

Os melhores para o seu perfil, entre os cartões ao seu alcance
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Aviso

Este comparador é informativo e foi feito por quem não trabalha no setor. Não é recomendação financeira e não tem ligação com bancos ou bandeiras. Não há links pagos.

As condições dos cartões mudam com frequência. Antes de pedir um cartão, confirme anuidade, pontuação e regras no site do emissor. Promoções temporárias não entram no cálculo.

Fontes

Sites dos emissores e levantamentos de Passageiro de Primeira, Cartões Alta Renda, Melhores Cartões e Melhores Destinos. Cada cartão mostra a fonte e o grau de confiança do dado em Detalhes. Os dados são revisados todo mês.

Entenda mais

Como o retorno é calculado, quanto vale um ponto e os termos mais usados

Como o saldo no ano é calculado

O saldo é quanto o cartão deixa no seu bolso em 12 meses, com o gasto que você informou:

saldo = recompensa + salas VIP − anuidade para você − custo no exterior

  • Recompensa: gasto anual × cashback, ou pontos ganhos × valor do ponto. Os pontos são contados por dólar: o gasto em reais é dividido pela cotação do dólar e multiplicado pela pontuação do cartão. Exemplo: R$ 10 mil por mês ÷ R$ 5,15 ≈ US$ 1.942; com 2,5 pontos por dólar, são cerca de 4.850 pontos por mês, ou 58 mil por ano. A R$ 25 por mil pontos, isso dá cerca de R$ 1.450 por ano.
  • Anuidade para você: zera ou cai pela metade quando o seu gasto mensal ou os seus investimentos atingem a regra de isenção do banco.
  • Custo no exterior: spread do banco + IOF de 3,5% sobre o que você gasta em moeda estrangeira. Nos cartões com IOF zero ou devolvido, só o spread conta. Quando o banco não informa o spread, o cálculo usa 5%.
  • Salas VIP: só entram se você disser quantas vezes usaria por ano, até o limite do cartão, a R$ 150 por acesso (valor que você pode mudar).

O resultado é uma estimativa. Bônus de adesão e campanhas de pontos em dobro não entram, porque duram pouco.

Pontos ou cashback: é um ou outro

Alguns cartões deixam o cliente escolher como recebe a recompensa: em pontos ou em dinheiro de volta (cashback). Não é possível receber os dois sobre a mesma compra. Hoje isso vale, por exemplo, para BTG Black, BTG Ultrablue, XP Visa Infinite, XP Privilege e Rico.

Nesses cartões, o site calcula as duas opções e mostra a que rende mais para você, com a diferença em reais. Em Ajustes do cálculo, você pode fixar a sua preferência por cashback ou por pontos.

Regra prática: se você vai trocar os pontos por produtos ou não quer acompanhar promoções, cashback costuma ser melhor. Se você emite passagens e aproveita transferências com bônus, os pontos tendem a valer mais.

Quanto vale um ponto

Ponto de banco (Livelo, Esfera, Átomos, Itaú Shop e outros) e milha de companhia aérea (Smiles, LATAM Pass, Azul Fidelidade) não têm preço fixo. O valor depende do uso. A referência do mercado é o “milheiro”: quanto valem 1.000 pontos.

Como você usaValor aproximado por 1.000Observação
Passagens aéreasR$ 20 a R$ 40 ou maisCostuma ser o melhor uso. Varia com destino, data e antecedência.
Venda em sites de compra de milhasR$ 13 a R$ 30LATAM Pass costuma pagar mais; Smiles e Azul, menos. Vários programas proíbem a venda no regulamento e podem bloquear a conta.
Troca por dinheiro ou desconto na faturacerca de R$ 18Exemplo: Livelo convertida em dinheiro. Simples, sem esforço.
Produtos no catálogo do programaR$ 10 a R$ 15Geralmente o pior uso, porque os produtos ficam caros em pontos.

O site usa R$ 25 por mil como padrão: um valor intermediário para quem troca por passagens ou vende de vez em quando. Se você só troca por produtos, coloque R$ 12 em Ajustes do cálculo e veja como o ranking muda.

Pontos de banco podem ser transferidos para as companhias aéreas. Com frequência há campanhas de transferência bonificada, em que 1.000 pontos viram 1.500 a 2.000 milhas. É assim que quem estuda o assunto tira mais valor.

Termos que você vai encontrar

Bandeira
Empresa que mantém a rede que aceita o cartão e define parte dos benefícios, como seguros e salas VIP: Visa, Mastercard, Elo, American Express.
Emissor
O banco ou fintech que aprova o cartão, define o limite, cobra a fatura e cria o programa de pontos: Nubank, Itaú, BTG, Mercado Pago.
Categoria
Nível do cartão dentro da bandeira: Internacional, Gold, Platinum, Black/Infinite, World Legend/Infinite Privilege. Quanto mais alta, mais benefícios e, em geral, maior a anuidade.
Anuidade
Tarifa anual pela manutenção do cartão, quase sempre cobrada em 12 parcelas na fatura. Muitos cartões digitais não cobram.
Isenção de anuidade
Regra que zera ou reduz a anuidade se você gastar um valor mínimo por mês ou mantiver investimentos no banco. Não vale a pena gastar mais só para atingir a meta.
Crédito rotativo
Juros cobrados quando você paga só parte da fatura, como o pagamento mínimo. Estão entre os juros mais altos do país. Desde 2024 os juros totais do rotativo não podem passar de 100% da dívida original.
Pagamento mínimo
Menor valor que o banco aceita para não considerar a fatura atrasada. O saldo restante vai para o rotativo ou para o parcelamento da fatura, ambos com juros.
Cashback
Parte do valor gasto devolvida em dinheiro, crédito na fatura ou investimento. Chamado de “investback” quando o dinheiro vai direto para uma aplicação.
Pontos
Recompensa do programa do banco, calculada por dólar gasto mesmo em compras no Brasil. Podem ser trocados por produtos, dinheiro ou transferidos para companhias aéreas.
Milhas
Pontos de programa de companhia aérea (Smiles, LATAM Pass, Azul Fidelidade, TAP Miles&Go). Servem principalmente para emitir passagens.
Milheiro
Forma de medir o valor dos pontos: quanto valem 1.000 pontos ou milhas, em reais.
Transferência bonificada
Campanha em que pontos do banco passam para uma companhia aérea com bônus, por exemplo 1.000 pontos virando 1.800 milhas.
Cartão co-branded
Cartão feito em parceria com uma empresa, como os da Azul, LATAM e GOL. Pontua direto no programa da parceira e dá benefícios com ela, como bagagem grátis.
Status ou categoria
Nível do cliente no programa da companhia aérea (Diamante, Black, Platinum…). Dá embarque prioritário, bagagem extra e mais chance de upgrade.
Upgrade de cabine
Troca da passagem econômica por uma cabine superior (Premium Economy ou Executiva), sujeita a disponibilidade. Alguns cartões dão cupons para isso.
IOF
Imposto federal sobre compras em moeda estrangeira com cartão de crédito, hoje de 3,5%. Alguns cartões não cobram ou devolvem o valor.
Spread cambial
Margem que o banco cobra em cima da cotação do dólar nas compras em moeda estrangeira, normalmente entre 0% e 6%. Soma-se ao IOF. Exemplo: com o dólar a R$ 5,15, uma compra de US$ 100 vale R$ 515; com spread de 5% e IOF de 3,5%, a fatura vem cerca de R$ 559,68. Com spread zero, R$ 533,03.
Salas VIP
Espaços em aeroportos com comida, bebida e conforto. O acesso vem por programas como LoungeKey, Priority Pass, Dragon Pass e Visa Airport Companion. Cada cartão define quantos acessos são grátis.
Cartão adicional
Cartão extra na mesma conta, para familiares. Os gastos somam na fatura e na meta de isenção; nem sempre tem os mesmos benefícios do titular.
Limite
Valor máximo que o banco libera para gastos no cartão. Cartões de categoria alta costumam exigir limite mínimo, renda ou investimentos.